O FIM DA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: CERTO, AINDA QUE ADIADO

O ativista George Guimarães comenta fatos envolvendo a aprovação da Lei Arouca pelo Congresso, que regulamenta o uso de animais em pesquisas científicas em todo o país, e analisa as perspectivas para a experimentação animal diante de um movimento de direitos.

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O FIM DA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: CERTO, AINDA QUE ADIADO
George Guimarães
veddas@veddas.org.br
www.veddas.org.br

Apesar dos esforços dos ativistas pelos direitos animais, o projeto de lei 1.153/95, conhecido pelo nome de Lei Arouca, foi sancionado pelo Presidente da República no último dia 08 de outubro, sendo referida a partir de agora pelo número 11.794/08.

Eu considerei ter sido especialmente interessante atuar nesse momento peculiar da luta pelos direitos animais no Brasil. Pude ver cientistas que matam animais por motivos econômicos alegarem estar interessados no bem-estar desses que por suas mãos perdem a vida. Pude ainda observar o quão recorrente é a argumentação baseada na falsa necessidade do uso de animais para o avanço da ciência, alegação essa que, infelizmente, ainda é bem aceita pela sociedade.

Pude ver legisladores eleitos com a plataforma da proteção animal corroborando o discurso dos cientistas e de outros interessados na manutenção desse modelo arcaico que agora tem prorrogado o seu tempo de vida. Os legisladores que tiveram o apoio da comunidade que leva a bandeira da defesa animal tiveram um papel muito importante para esse resultado negativo, pois ao calarem-se (ou em alguns casos posicionarem-se favoráveis à aprovação da lei), passaram a errônea mensagem de que os defensores dos direitos animais estão de acordo com o atual desfecho. Não estamos!

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